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Gestão eficiente da Unidade de Terapia Intensiva (UTI)


A UTI é uma área restrita e fundamental do hospital, destinada ao tratamento de pacientes em quadros graves, avançados ou descompensação de um ou mais sistemas orgânicos (respiratório, circulatório, muscular, nervoso, digestório, sensorial, endócrino, excretor, urinário, esquelético, reprodutor, imunológico e tegumentar) que necessitam monitoramento contínuo 24 horas por dia. Sua principal função e objetivo é fornecer suporte avançado à vida, visando e contribuindo para melhora dos quadros clínicos, a cura de doenças e o aumento da qualidade de vida para pacientes paliativos.


Os tratamentos na UTI se diferenciam pela idade do paciente (neonatal, pediátrica e adulta) e pela especialidade médica (cardiológica ou coronariana, cirúrgica, neurológica, transplante, entre outras). Na UTI os pacientes são submetidos a avaliações periódicas para avaliar a resposta ao tratamento e permitir que cada um receba uma terapia personalizada, de acordo com o caso, o estágio do quadro e a evolução ao tratamento.


O custo deste setor é elevado, pois conta com equipamentos de alta tecnologia e profissionais especializados de diferentes áreas como médicos, psicólogos, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, nutricionistas, fisioterapeutas, farmacêuticos, enfermeiros e técnicos de enfermagem.


Além da manutenção dos profissionais e equipamentos na unidade, a taxa de ocupação - que considera o tempo de permanência e os procedimentos realizados - é uma importante métrica da gestão eficiente da UTI, pois oferece o panorama das unidades de terapia intensiva e sinaliza o nível de produtividade, podendo antecipar a satisfação dos pacientes com a infraestrutura oferecida.


Durante toda a permanência na UTI, os pacientes ficam conectados a aparelhos que monitoram e realizam as funções de manutenção à vida, como respiração, circulação e alimentação, por exemplo. Por este motivo, a unidade deve contar com aparelhos para suporte ventilatório, como respiradores (ventiladores pulmonares mecânicos), monitores cardíacos, carrinho de parada, medicamentos, materiais para procedimentos invasivos, sondas e bombas infusoras, entre outras.


Ventiladores pulmonares Magnamed para a UTI


A Unidade de Terapia Intensiva pode contar com um equipamento para cada paciente (neonatal, pediátrico e adultos) ou com um equipamento que se adapte aos diferentes formatos, como o Fleximag Plus, que ventila desde pacientes neonatais de extremo baixo peso até adultos com obesidade mórbida, podendo ser ajustado a cada situação de forma rápida e intuitiva.


O equipamento é compacto e oferece diversas vantagens, como histórico de funcionamento das últimas 72 horas, alarmes inteligentes, monitorização e bateria com mais de três horas de duração. Além disso, possui recursos que facilitam o desmame do paciente como a avaliação da P0.1 e da Pimax. Dessa forma, há um desempenho na rotina dos tratamentos e consequentemente regride a taxa do tempo de internação e ocupação da UTI.


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