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Evolução dos Equipamentos de Ventilação Mecânica: O que são os equipamentos híbridos?

A primeira referência a um ventilador mecânico foi feita em 1838, por John Dalziel. Este era um equipamento de “corpo inteiro”, em outras palavras um “tanque”, onde a pressão negativa era estabelecida bombeando ar manualmente para dentro e para fora da caixa (Kacmarek, 2011).

Desde essa primeira citação, no século 19, testemunhamos uma evolução da tecnologia empregada nos equipamentos para suporte ventilatório. Passamos pelo “pulmão de ferro”, ainda muito parecido com os primeiros ventiladores, até a chegada da série de ventiladores Bird Mark.




A principal mudança entre esses dois ventiladores foi a inserção da pressão positiva. Dessa forma, os equipamentos passaram a ser menores, compactos e passíveis de fornecer suporte invasivo e não invasivo.

Atualmente, temos diversos tipos de modelos de ventiladores mecânicos, com diferentes tipos de tecnologia empregada. Sensores digitais, softwares e os próprios componentes pneumáticos contribuem para o custo agregado e complexidade do ventilador (Darwood et al. 2019).

Geralmente, equipamentos utilizados em unidades de terapia intensiva têm requisitos diferentes daqueles ventiladores específicos para transporte de pacientes. Afinal, duas das características essenciais em um equipamento de transporte são ser pequeno e leve, dessa forma o procedimento torna-se mais seguro (Japiassú, 2005).

Integrar a robustez de um equipamento de UTI, com a totalidade de ferramentas para o suporte do paciente crítico, em uma carcaça compacta e transportável, é, neste momento, o objetivo de todos, ou seja, da indústria e dos profissionais da saúde.

Os equipamentos híbridos suprem exatamente essa necessidade. São ventiladores versáteis, que apresentam desempenho de ventiladores mecânicos de UTI com o tamanho ideal para transporte. Dessa forma, além da flexibilidade proporcionada, também temos a economia de recursos.


A MAGNAMED está sempre em busca da melhor tecnologia para preservar vidas. Aguardem as novidades!


Referências:

Darwood, A et al. “The design and evaluation of a novel low-cost portable ventilator.” Anaesthesia vol. 74,11 (2019): 1406-1415. doi:10.1111/anae.14726

Japiassú, A. M. Transporte Intra-Hospitalar de Pacientes Graves, Revista Brasileira de Terapia Intensiva, Volume 17 - Número 3 - Julho/Setembro 2005, pag. 210-220.

Kacmarek R.M. The mechanical ventilator: past, present, and future. Respir Care. 2011;56(8):1170-1180. doi:10.4187/respcare.01420



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