60% das crianças e dos bebês internados em UTIs precisam de ventilação pulmonar mecânica.

60% das crianças e dos bebês internados em UTIs precisam de ventilação pulmonar mecânica.


No Brasil nascem cerca 40 prematuros por hora, o equivalente a 931 por dia. A taxa de prematuridade nacional é de 12,4%. Ao nascer antes de 40 semanas os bebês, muitas vezes, não estão completamente desenvolvidos. Nestes casos é necessário que a criança permaneça na UTI até que esteja forte o suficiente para ir para casa. Crianças com doenças crônicas também precisar de tratamento intensivo.

Cerca de 60% destes pacientes precisam fazer uso de ventilação pulmonar mecânica. Além de nascimentos prematuros, o índice alto de internação de bebês e crianças em unidades de tratamento intensivo também está associado a diversos fatores, como doenças crônicas, procura tardia ao pronto socorro ou automedicação.

Os prematuros precisam de ventilação pulmonar geralmente por doenças como Síndrome do Desconforto Respiratório (insuficiência respiratória) e Displasia Broncopulmonar (doença resultante de agressões causadas pelo tratamento de recém-nascidos prematuros ou com doenças pulmonares, tais como infecções, acúmulo de líquidos, malformações pulmonares).

Já as crianças que sofrem de doenças respiratórias como asma e bronquite tendem a ter crises em épocas sazonais (outono/inverno). Elas podem necessitar do respirador pulmonar em caso de internação em UTI caso o quadro evolua para uma pneumonia ou broncopneumonia, o que exige cuidados redobrados.

De acordo com a Dra. Gracie Lourene, médica especializada em UTI Pediátrica e com mais de 10 anos de profissão, para um tratamento eficiente e rápido é crucial neste tipo de atendimento ter equipamentos adequados. “De uma média de 23 internados, 16 acabam ventilados em algum momento. Usar dispositivos simples agiliza o atendimento e garante preciosos minutos direcionados a outras ações”, explica a especialista.

No Brasil nascem cerca 40 prematuros por hora, o equivalente a 931 por dia. A taxa de prematuridade nacional é de 12,4%. Ao nascer antes de 40 semanas os bebês, muitas vezes, não estão completamente desenvolvidos. Nestes casos é necessário que a criança permaneça na UTI até que esteja forte o suficiente para ir para casa. Crianças com doenças crônicas também precisar de tratamento intensivo.

Cerca de 60% destes pacientes precisam fazer uso de ventilação pulmonar mecânica. Além de nascimentos prematuros, o índice alto de internação de bebês e crianças em unidades de tratamento intensivo também está associado a diversos fatores, como doenças crônicas, procura tardia ao pronto socorro ou automedicação.

Os prematuros precisam de ventilação pulmonar geralmente por doenças como Síndrome do Desconforto Respiratório (insuficiência respiratória) e Displasia Broncopulmonar (doença resultante de agressões causadas pelo tratamento de recém-nascidos prematuros ou com doenças pulmonares, tais como infecções, acúmulo de líquidos, malformações pulmonares).

Já as crianças que sofrem de doenças respiratórias como asma e bronquite tendem a ter crises em épocas sazonais (outono/inverno). Elas podem necessitar do respirador pulmonar em caso de internação em UTI caso o quadro evolua para uma pneumonia ou broncopneumonia, o que exige cuidados redobrados.

De acordo com a Dra. Gracie Lourene, médica especializada em UTI Pediátrica e com mais de 10 anos de profissão, para um tratamento eficiente e rápido é crucial neste tipo de atendimento ter equipamentos adequados. “De uma média de 23 internados, 16 acabam ventilados em algum momento. Usar dispositivos simples agiliza o atendimento e garante preciosos minutos direcionados a outras ações”, explica a especialista.


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